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Vale a pena apostar, pondo em risco toda uma nação?


Pedidos de uma vida inteira atendidos, apenas quando não mais lhe interessam. O que seria questionável, sobre essa falta de esforço em amadurecer decisões ou mesmo um jeito simples de dirigir? Seria correto aceitar apenas quando se sabe que não há mais jeito? Ou será que valeria apostar enquanto há vida?

Em uma nação desacreditada por muitos, quais os questionamentos que influenciam na renovação dessas vidas? Todo chefe de estado cresce estudando um manual de instruções de bordo, que alerta no mínimo em "como tocar o barco, da melhor forma possível", o que iria impedir o amadurecimento de decisões importantes? Ou mesmo daria coragem para inovações focalizadas na melhoria humana?

Seria correto aguardar com ou sem cautela por estados de calamidade, para concretizar mudanças extremamente necessárias, reivindicadas e alarmadas pela população? Se todos tomassem conta de uma parte, nem que fosse apenas do que lhe interessa e zelar pelo outro, a coletividade seguraria qualquer tempestade.

Cabecinhas duras à parte, também sou, mais meu senhor ninguém me solicitou alguma alteração em minhas opiniões e afirmações. Se entendê-las se torna improvável, aceitá-las seria impossível. Com tudo em vosso mezanino posso ver, está repleto de divergências, críticas sim, contudo construtivas, em prol da defesa dos desorientados. Vale analisar e balancear saldos passados cogitando a nova forma de governo, seus dirigentes e ministros.

Em todo caso a traição do primeiro ministro implica em, manter a velha guarda sob observação e pedir socorros a tropas distantes para não permitir que a casa venha a cair e seu exército seja derrotado. O ponto fraco de toda nação está na insegurança do seu dirigente não esqueça isso. Sem merecimento ou prêmio algum, as novas leis vigorariam com pleno poder administrativo de decisões, caso a administração coerente prevaleça. Vale ressaltar que sem amor à pátria de nada valeria nosso suor, nem nossas exclamações, para se contentar apenas com o sorriso momentâneo da população.
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Diga não você também!


Por que as pessoas quando magoadas estão, não se permitem conhecer novas oportunidades? Ou melhor, até se permitem conhecer novas bocas, novos corpos e não novas mentes e novos corações. Será a esperança do “jogado fora” um dia vir recolher ou a descrença no novo amor?

Ninguém ama uma só vez e quando ama novamente, ama de formas diferentes e cada vez mais intensas. Por isso o mau costume que algumas pessoas têm de dizer “você é o amor da minha vida” é sim, naquele momento até que o próximo apareça. Externar os sentimentos conforme sentimos na hora podem magoar quem escuta e acredita na veracidade eterna dele.

Não entendo como por isso, alguém se entrega a curtição, a prazeres momentâneos e se submete ao autoflagelo por estar ao lado de quem nem se quer despertou interesse algum, pra ter um afago de no máximo duas horas? Chegar em casa e só encontrar o travesseiro pra abraçar, acordar sem poder ouvir a voz de quem se ama e ainda se permitir viver a fase do "quem será a próxima?"

As pessoas parecem esquecer-se do quanto é bom descobrir um novo mundo e adicionar o bom da conquista de novo na própria vida. A angustia, o suspense, o coração acelerado, parecem dar vez ao promiscuo e ao desdém.

Eu definitivamente não quero isso pra mim, eu não consigo ser assim e nem quero.
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A separação não é o fim de tudo

A vida sempre continua, por isso devemos saber seguir em frente.
São raras as pessoas que lidam de uma forma saudável com a separação. A maioria sofre muito, fica abalada, deprimida, tem dificuldades para recomeçar a vida sozinho. São muitas as emoções despertadas pela separação, que podem ser reduzidas a uma enorme e insuportável dor. A sensação, nessa hora, é de que a dor nunca mais vai passar.

Mas ela passa. Claro que há atitudes que podemos e devemos adotar para atravessar esse processo, que pode ser muito doloroso. É um processo difícil, mas podemos sair dele fortes e conscientes. As separações e os divórcios nunca foram tão numerosos como nos dias de hoje. Vamos pensar em alguns pontos: por que o rompimento é tão mau? Por que sofremos tanto com o fim de uma relação? Você já se questionou sobre isso alguma vez? Você tem essas respostas?

*Aprender com os erros*
No amor pode existir a ruptura, assim como a conquista. Então, podemos dizer que a separação é a repetição, em negativo, da surpresa do amor, que acaba sendo valorizado e reconhecido pela dor. A separação de uma forma dolorida é uma maneira de anunciar que o amor existiu e que se viveu uma verdadeira história de amor.

Então, se não sofremos com a separação fica no ar a dúvida de que realmente era um amor verdadeiro. “Será que vivi uma história de amor ou apenas um ‘delírio amoroso’, uma paixão passageira”?

Um ponto que nos atrapalha muito é a vergonha que sentimos quando terminamos uma relação. Com o rompimento vem a idéia de fracasso, derrota, incompetência e até mesmo de morte. Ora, quando pensamos assim deixamos de ver que é possível aprender com essa relação. Se um relacionamento acaba devemos analisar nosso comportamento, pois assim não repetiremos os mesmos erros em um próximo relacionamento.

*Guardando os momentos bons*
Terminamos mal nossas histórias de amor porque não sabemos lidar com as experiências e as lembranças de relações passadas. Uma das maiores dificuldades é como lidar com a felicidade que vivemos e como utilizá-la agora. O que vivemos nessa história de amor, as alegrias, as tristezas, tudo ficará marcado em nossa história de vida.

Seja corajoso o bastante para aceitar a ajuda das pessoas. É saudável procurar consolo e apoio dos amigos quando terminamos uma história de amor. É bom compartilhar os sentimentos e as impressões com alguém em quem você confia e com quem se sinta à vontade. Se for muito doloroso, não hesite em procurar o apoio de um psicoterapeuta.

O mais importante é não se isolar da vida, abrir mão das coisas de que você gosta. Além do contato com parentes e amigos, procure ficar cercado de coisas que você sempre quis: um aquário com peixes ou mesmo alguns vasos de plantas. Cuidar de uma planta todos os dias ou até mesmo alimentar um peixinho dá a sensação de que a vida continua e está aí para ser vivida.

[Recebi esse texto e achei lindo. Tudo na vida tem um lado bom e a nossa obrigação é reconhecer e separar apenas as coisas boas da vida.]
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